Os leitores digitais existem há pelo menos uma década mas a sua popularidade tem sido travada tanto pela tecnologia como pelo interesse em outros gadgets (PDA, MP3, etc).
Nos últimos meses, os e-readers iniciaram uma nova etapa: preços acessíveis; ecrãs de leitura de cinza; mais memória (3.500 livros em Kindle) e bateria com mais capacidade (2 semanas ou de 8.000 páginas). Por outro lado, as maiores livrarias e marcas de hardware criaram parcerias para promover fortemente os novos modelos.
A primeira vaga de consumidores era composta por entusiastas, mas é a segunda que foca o interesse dos marketeers, por serem amantes de leitura tanto no formato electrónico como no de papel.
Creio que, a partir de 2010, tanto os alunos da escola primária como os de pós-graduação vão abraçar os e-readers como uma ferramenta de estudo. Colaboradores e empresários vão também começar a comprar leitores digitais em maior número para transportar documentos, relatórios, notas e memorandos. Mesmo as pessoas que lêem apenas alguns livros por ano vão considerar a mudança do papel para o digital com a descida do preço de alguns modelos.
Texto: James Zakaria do E-Reader Feeder


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